Veja como uma escola de especializações em odontologia hoje alcança mais de 70% de abertura na abertura de e-mails
Uma base de e-mails não precisa começar grande para se tornar um ativo estratégico. Quando existe consistência na atração e no relacionamento, cada novo contato ajuda a construir um canal próprio, capaz de reduzir a dependência de ações pontuais e manter a marca presente durante a jornada de compra.
Nestes Bastidores da Estratégia, mostramos como a Qing estruturou esse trabalho para o IOA São Paulo, saindo de uma conta zerada e alcançando hoje taxas de abertura de 70% em e-mails de nutrição e newsletter.
O desafio: construir uma base e manter o relacionamento
O IOA São Paulo — Instituto Orofacial das Américas — faz parte da Rede IOA de ensino na área de Odontologia e oferece cursos de imersão, aperfeiçoamento e especialização.
A estratégia não começou com uma grande lista pronta para receber campanhas. O desafio era construir uma base de contatos e, ao mesmo tempo, desenvolver um relacionamento relevante com profissionais interessados em continuar sua formação.
Isso exigia mais do que captar endereços de e-mail. Era necessário criar uma rotina de comunicação capaz de aumentar o reconhecimento da marca, manter os contatos próximos e preparar oportunidades ao longo do tempo.
Como a base de e-mails foi construída?
A Qing estruturou uma estratégia de Inbound Marketing conectando atração, captação e nutrição recorrente.
Em vez de concentrar toda a comunicação em campanhas isoladas de matrícula, a estratégia passou a manter o relacionamento ativo também durante os intervalos entre as ofertas. Essa continuidade ajudou os contatos a reconhecer o IOA São Paulo como remetente confiável e a associar seus e-mails a conteúdos e oportunidades de interesse profissional.
O trabalho foi sustentado por três frentes:
- atrair contatos alinhados ao perfil dos cursos;
- manter uma rotina consistente de comunicação;
- acompanhar o engajamento para aprimorar conteúdos e chamadas.
Assim, a base cresceu junto com o conhecimento sobre o público. Cada abertura, clique e conversão trouxe informações para orientar os próximos envios.
Busca orgânica e mídia paga atuando em equilíbrio
O relatório mais recente mostrou que a busca orgânica já contribui com um volume de leads muito próximo ao da mídia paga. Em apenas um mês, o canal orgânico foi responsável por aproximadamente 37% da entrada de leads.
O dado mostra que a construção de uma base não depende exclusivamente do investimento em anúncios. A mídia paga continua sendo importante para ampliar o alcance, enquanto a presença orgânica cria novas entradas a partir do interesse que a marca desenvolve ao longo do tempo.
Taxas de abertura acima da média da Educação
Segundo os benchmarks da RD Station, o segmento de Educação e Ensino apresenta taxa média de abertura de 17,96% e taxa média de cliques de 1,78%.
No IOA São Paulo, os e-mails de nutrição registraram 69% de abertura, enquanto as newsletters chegaram a 71%. Os resultados representam taxas próximas de quatro vezes a média de abertura do segmento.
Mais do que números isolados, essas taxas indicam que a base reconhece o remetente e encontra motivos para acompanhar suas mensagens.
O que esse caso ensina sobre construir uma base de e-mails?
O valor de uma base não está somente no volume. Uma lista formada por contatos que reconhecem a marca e interagem com seus conteúdos pode ser mais estratégica do que uma base extensa e pouco envolvida.
Construir esse ativo exige constância, análise e evolução. Foi esse trabalho que permitiu ao IOA São Paulo desenvolver um canal próprio de relacionamento, fortalecer a atração orgânica e alcançar taxas de abertura muito superiores à média do setor.
A Qing estrutura estratégias de atração e nutrição para transformar contatos em relacionamentos e oportunidades. Fale com a nossa equipe.
Por Rubi Viera
CEO Qing Growth Marketing e Sócia IAVend – Hub de Soluções em Inteligência Artificial
Instagram: @rubiviera
LinkedIn: https://br.linkedin.com/in/rubiviera
